O secretário Municipal de Proteção e Defesa Animal, Rafael Amorim, está acompanhado e recebendo 21 animais.
“Alguns já estavam em tratamento, outros começaram do dia D em diante. Eles têm pegado medicação com a gente na UBS, de 15 em 15 dias. A gente agora vai trocar de 30 em 30 dias. A gente tem feito acompanhamento, tirando foto da evolução dos animais, repensando toda vez que eles vão lá e fornecendo tanto o iodeto quanto o itraconazol. O dia D não foi um evento que vai com vento. Foi o início de uma sequência daquilo que se pode chamar de um piloto, para um futuro programa de acompanhamento e tratamento da doença infectocontagiosa”, pontuou.
A médica veterinária, Ester Nascimento Moreira, que atende na UBS animal do Parque de Exposições Latiff Rocha, explica que o tratamento dura em torno de 90 dias.
“O tratamento está bem no início eles ainda estão no processo de melhora, A gente está marcando agora uma vez por mês para que eles possam comparecer na UBS, para a gente dar uma olhada. É importante tratar pois é uma zoonose que pega em humanos também, por esse motivo a gente precisa fazer esse tipo de tratamento porque essa doença que pode passar para a gente”, explicou.
Ester explica ainda que a Esporotricose é uma doença que afeta principalmente os gatos e pode ser transmitida para outros animais e também para as pessoas. Por isso, é muito importante que o responsável inicie e mantenha o tratamento até o final, conforme orientação do médico veterinário.
“Interromper o tratamento antes do tempo pode fazer com que a doença volte ou piore, além de manter o risco de transmissão. Mesmo quando as feridas parecem melhorar, o fungo ainda pode estar presente. Por isso, não interromper o tratamento é um ato de responsabilidade, que protege o animal, outras pessoas e a comunidade. Cuidar até o fim é fundamental para garantir a cura”, conclui.


