É importante nós estarmos em reunião todos os meses, pois essa formação é contínua, onde reunimos um grupo que é especialista. Eles são os orientadores, técnicos nas suas escolas para poder disseminar o trabalho que a gente vem desenvolvendo na educação especial do município”, explicou.
Ela acrescentou ainda que o objetivo principal do encontro é implementar um instrumento de avaliação para identificar alunos com altas habilidades no município. Segundo Nelita, atualmente Macaé conta com 19 alunos, que precisam ser melhor direcionados baseado em suas aptidões.
“Esse documento é muito importante e é um marco. Porque a gente precisa ter as diretrizes e os instrumentos necessários para esse tipo de avaliação, para que o trabalho realmente identifique as altas habilidades da rede. É um grande trabalho que precisamos fazer”, acrescentou.
A coordenadora informou ainda que as formações deverão continuar pois o objetivo é para até o final deste ano e início de 2027 é implementar os outros instrumentos, tanto para a deficiência intelectual, para a identificação do TEA (Autismo) e outras deficiências e transtornos no município, principalmente na rede municipal de ensino e CEMEAES.


