Com o objetivo de oferecer um atendimento mais seguro, eficiente e humanizado à população, a Prefeitura de Macaé, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vem desenvolvendo uma série de iniciativas voltadas à educação permanente dos profissionais da área.
Nesta terça-feira (16), a equipe do Programa de Vigilância Epidemiológica promoveu, durante todo o dia, um curso de capacitação sobre meningite e sarampo. O treinamento foi realizado no auditório do Núcleo de Educação Permanente em Saúde (NEPS), no Hospital Público de Macaé (HPM), e reuniu médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem das redes pública e privada de saúde.
A médica infectologista da Vigilância Epidemiológica, Fernanda Freitas, destacou a importância da atualização constante dos profissionais diante do aumento sazonal de algumas doenças. “Nesta época do ano, geralmente observamos um aumento de algumas doenças sazonais. O objetivo é reforçar junto aos profissionais de saúde os protocolos de atendimento aos pacientes suspeitos, atualizar as indicações e orientações sobre vacinação e tratamento, evitando erros e garantindo a conduta adequada para cada caso”, explicou.
Fernanda ressaltou ainda que muitas dessas doenças são imunopreveníveis, ou seja, podem ser evitadas por meio da vacinação. Segundo ela, para que o Brasil permaneça livre do sarampo, é necessário alcançar uma cobertura vacinal de aproximadamente 95% da população. “Precisamos conscientizar pais e responsáveis sobre a importância de levar as crianças para vacinar. Somente com altas coberturas vacinais conseguimos manter a chamada imunidade coletiva e preservar a certificação de área livre do sarampo”, afirmou.
A infectologista alertou para o alto poder de transmissão da doença. “Uma pessoa com sarampo pode contaminar de 12 a 18 outras pessoas. É uma capacidade de transmissão muito superior à da Covid-19 e da influenza. Por isso, é fundamental manter a vacinação em dia”, destacou.
Ela também lembrou que a vacinação contra meningite já demonstrou resultados expressivos na redução dos casos. “Desde a introdução das vacinas contra meningites causadas por diferentes agentes, observamos uma queda significativa da incidência dessas doenças. Precisamos continuar vacinando para manter baixos os níveis de infecção”, reforçou.
Em relação ao calendário vacinal contra o sarampo, Fernanda explicou que a primeira dose é aplicada aos 12 meses de idade e a segunda aos 15 meses. Adultos sem comprovação vacinal também devem se imunizar. “O ideal é que todas as pessoas até 59 anos tenham duas doses da vacina tríplice viral. Após os 59 anos, recomenda-se pelo menos uma dose. Já os profissionais de saúde, independentemente da idade, devem possuir duas doses da vacina”, orientou.
A enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Ana Paula Dal Cin, apresentou dados epidemiológicos sobre sarampo e meningite nos cenários mundial, nacional, estadual e municipal. “Abordamos os casos suspeitos, notificados e confirmados, além dos óbitos e da importância da cobertura vacinal, que ainda está abaixo do ideal. Também discutimos as formas de prevenção, que têm na vacinação sua principal estratégia”, explicou.
Segundo Ana Paula, a maioria dos casos registrados ocorre entre pessoas não vacinadas. Ela destacou ainda o trabalho contínuo de monitoramento realizado pela Vigilância Epidemiológica e pelo DIAD para prevenir novos casos no município. “Estamos sempre atentos aos agravos e aos casos suspeitos. Por isso, é fundamental que as notificações sejam realizadas rapidamente. Em situações suspeitas de meningite ou sarampo, a Vigilância Epidemiológica deve ser informada em até 24 horas para que as medidas de controle e prevenção sejam adotadas o mais rápido possível”, concluiu.
A médica infectologista da Vigilância Epidemiológica, Fernanda Freitas, destacou a importância da atualização constante dos profissionais diante do aumento sazonal de algumas doenças. “Nesta época do ano, geralmente observamos um aumento de algumas doenças sazonais. O objetivo é reforçar junto aos profissionais de saúde os protocolos de atendimento aos pacientes suspeitos, atualizar as indicações e orientações sobre vacinação e tratamento, evitando erros e garantindo a conduta adequada para cada caso”, explicou.
Fernanda ressaltou ainda que muitas dessas doenças são imunopreveníveis, ou seja, podem ser evitadas por meio da vacinação. Segundo ela, para que o Brasil permaneça livre do sarampo, é necessário alcançar uma cobertura vacinal de aproximadamente 95% da população. “Precisamos conscientizar pais e responsáveis sobre a importância de levar as crianças para vacinar. Somente com altas coberturas vacinais conseguimos manter a chamada imunidade coletiva e preservar a certificação de área livre do sarampo”, afirmou.
A infectologista alertou para o alto poder de transmissão da doença. “Uma pessoa com sarampo pode contaminar de 12 a 18 outras pessoas. É uma capacidade de transmissão muito superior à da Covid-19 e da influenza. Por isso, é fundamental manter a vacinação em dia”, destacou.
Ela também lembrou que a vacinação contra meningite já demonstrou resultados expressivos na redução dos casos. “Desde a introdução das vacinas contra meningites causadas por diferentes agentes, observamos uma queda significativa da incidência dessas doenças. Precisamos continuar vacinando para manter baixos os níveis de infecção”, reforçou.
Em relação ao calendário vacinal contra o sarampo, Fernanda explicou que a primeira dose é aplicada aos 12 meses de idade e a segunda aos 15 meses. Adultos sem comprovação vacinal também devem se imunizar. “O ideal é que todas as pessoas até 59 anos tenham duas doses da vacina tríplice viral. Após os 59 anos, recomenda-se pelo menos uma dose. Já os profissionais de saúde, independentemente da idade, devem possuir duas doses da vacina”, orientou.
A enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Ana Paula Dal Cin, apresentou dados epidemiológicos sobre sarampo e meningite nos cenários mundial, nacional, estadual e municipal. “Abordamos os casos suspeitos, notificados e confirmados, além dos óbitos e da importância da cobertura vacinal, que ainda está abaixo do ideal. Também discutimos as formas de prevenção, que têm na vacinação sua principal estratégia”, explicou.
Segundo Ana Paula, a maioria dos casos registrados ocorre entre pessoas não vacinadas. Ela destacou ainda o trabalho contínuo de monitoramento realizado pela Vigilância Epidemiológica e pelo DIAD para prevenir novos casos no município. “Estamos sempre atentos aos agravos e aos casos suspeitos. Por isso, é fundamental que as notificações sejam realizadas rapidamente. Em situações suspeitas de meningite ou sarampo, a Vigilância Epidemiológica deve ser informada em até 24 horas para que as medidas de controle e prevenção sejam adotadas o mais rápido possível”, concluiu.

