“Tão importante quanto promover a acessibilidade arquitetônica ou comunicacional para que as pessoas com deficiência tenham condições de participar das festividades carnavalescas, é a acessibilidade atitudinal, que se relaciona diretamente com as nossas ações, baseadas no respeito, na empatia e na convivência”, reforça.
A cartilha, organizada pela Subsecretaria Estadual de Políticas Inclusivas, apresenta conteúdos voltados à convivência respeitosa com pessoas com deficiência física, sensorial, intelectual, múltipla, neurodivergências, mobilidade reduzida, doenças raras, entre outras condições.
“Enquanto coordenadora de políticas para pessoas com deficiência, preciso motivar não somente o poder público, mas também a sociedade civil a terem atitudes respeitosas, capazes de contribuir para a construção de uma cultura verdadeiramente inclusiva”, destacou Caroline.
De forma didática e ilustrada, o guia aborda situações comuns da folia, como circulação em vias públicas, arquibancadas, comunicação e oferta de ajuda adequada, além de orientar sobre o uso correto da terminologia e o respeito aos símbolos de acessibilidade. A cartilha pode ser baixada gratuitamente por qualquer cidadão diretamente do portal da Prefeitura.


