O Manual Boas Práticas de Inclusão fornece orientações e práticas para uma comunicação e comportamento inclusivos, a fim de que a sociedade evite termos inapropriados e ações capacitistas que reforçam a exclusão e a invisibilidade. O manual descreve o capacitismo como comportamento negativo, que valoriza somente a capacidade plena do indivíduo, sem considerar a sua diversidade funcional, limitando as oportunidades para as pessoas com deficiência. O capacitismo cria estereótipos negativos, desigualdades e exclusões para PCD.
A meta da Coordenação Geral de Políticas para PCD é ampliar a participação das pessoas com deficiência nos diversos segmentos da sociedade por meio de projetos pedagógicos, esportivos, culturais, entre outros, através de ações intersetoriais junto às demais secretarias municipais. Em 2024, a Coordenadoria de Atenção à Pessoa com Deficiência, vinculada à Secretaria Municipal de Saúde, realizou o 2° Censo Municipal da PCD, por meio do Portal da Prefeitura, com o objetivo de levantar o número de pessoas com deficiência no município, mapear suas demandas e melhorar o atendimento e a oferta de serviços nas secretarias de Saúde, Assistência Social e Educação.
Por intermédio desta iniciativa, em março de 2025, Macaé inaugurou a Clínica do Autista, um equipamento vinculado à Secretaria de Saúde que oferece atendimento ambulatorial a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) com idades até 12 anos. Os dados atualizados do 2° Censo da PCD estão sendo utilizados para elaboração de políticas públicas municipais voltadas a este público.


