O presidente da Cruz Vermelha Macaé e instrutor, Marcos Bouchorny, explicou que neste módulo a abordagem incluiu técnicas de controle de hemorragia, imobilização e transporte para a unidade mais próxima, rolamento de 90 graus — utilizado para vítimas em decúbito dorsal — e rolamento de 180 graus, indicado para vítimas em decúbito ventral, além de orientações sobre o manejo de vítimas traumatizadas. “Quem faz o módulo II está apto para o treinamento de resgate”, afirmou.
“Formar servidores para salvar vidas é um compromisso que traduz o cuidado da Gestão de Pessoas com quem faz o serviço público acontecer. Iniciativas como esta impactam diretamente a segurança de quem atende e de quem é atendido, pois cada técnica aprendida eleva a confiança das equipes. Investir em formação, pelo programa Treinar para Salvar Vidas, é proteger a comunidade e fortalecer uma cultura de prevenção que ultrapassa o ambiente de trabalho, alcançando famílias e espaços públicos em toda a cidade”, destacou o Secretário de Gestão de Pessoas, Aristófanis Quirino.


